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Moradores decidirão futuro de distritos atingidos pela lama em Mariana

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Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

Os antigos moradores dos distritos atingidos pelo desastre ambiental em Mariana (MG) se dividem entre a tristeza e a sensação de pertencimento ao visitarem os locais da tragédia.

José do Nascimento de Jesus, conhecido como Zezinho do Bento, diz que só vai quando há necessidade. “Me recorda muito. É muito difícil ficar relembrando como era Bento Rodrigues”. Já Romeu Geraldo de Oliveira diz que, em Paracatu, ele está de fato em seu lugar. “Eu me sinto outra pessoa, mesmo vendo tudo destruído. Eu vou na minha casa e passa um filme na minha cabeça”, diz.
Mesmo após o reassentamento nos distritos reconstruídos, previsto para começar em 2020, os atingidos manterão a propriedade dos antigos terrenos, mas o que será feito do local onde um dia eles moraram ainda será debatido com a prefeitura e com o Conselho do Patrimônio de Mariana (Compat). As comunidades devastadas de Bento Rodrigues e Paracatu, atualmente, estão interditadas pela Defesa Civil. O acesso só é permitido com autorização. Os atingidos têm passe livre.

A Fundação Renova, criada para gerir o processo de reassentamento e as demais ações de reparação dos danos causados na tragédia, chegou a avaliar a possibilidade de estabelecer uma permuta entre os terrenos novos e antigos. O promotor do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Guilherme Meneghin, diz que já foi firmado um acordo judicial que afasta qualquer receio desta natureza.

Matéria Completa em:agenciabrasil.ebc

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